Quem Somos
O Movimento M’Boy é formado por artistas e pesquisadores da região de Embu e tem como proposta fomentar a produção artística, a economia criativa, o acesso à cultura, à história local e o debate sobre o real valor de seu patrimônio histórico-cultural.
Fundado no final de 2021 com o intuito de organizar um festival de artes, aproveitando o centenário da Semana Moderna de 1922 e o bicentenário da Independência do Brasil para refletir as questões e inquietações latentes do contexto cultural da cidade, do marasmo e do pragmatismo destrutivo. O festival recebeu o nome de Festival M’Boy e veio como forma materializada de nosso desejo a contribuir para algumas e novas percepções de nosso entorno, sabendo se principalmente da enorme valia deste solo e a buscar na gênesis da origem mística da cidade, as simbologias, sendo também realizado o cortejo da cobra M’Boy, símbolo da fundação da Aldeia Jesuítica e assim complementando o festival realizado desde 2022, em torno do dia 18 de julho, na data de fundação da vila de M’Boy (reconhecida pela LEI No 1977 DE 09 DE MAIO DE 2002.) seguindo a hipótese proposta por Moacyr de Faria Jordão em sua obra (O Embu das história de São Paulo e sob influências da obra de Joaquim Gil Pinheiro, memórias de M’boy). Além do festival, realizamos atividades ao longo do ano e também a presença constante do movimento cineclubista em nossas atividades, o extinto CineButequinho Na Garaca e hoje se apresenta como Cineclube Bohu no núcleo do movimento.
Buscamos também estar conectados e em constante diálogo com os artistas de longa atuação no território, como Zé e Cristina Figueiredo, Ray Rodrigues, Mário Ramos, Célia Santiago, Tônia do Embu, Mestre Carlos Caçapava, Vitor da Trindade, Renato Gonda, Bola e Zé Geraldo, entre outras figuras importantes de Embu assim como notórias e seguintes gerações de jovens que nos circundam.
O Movimento busca mobilizar a população local, educadores, artistas e movimentos culturais para a construção de um cenário que nos proporcione a tentativa de aplicar o novo no modo de fazer e contribuir para uma melhor atuação dos profissionais da arte e cultura, buscando soluções, garantindo qualidade e com isso nossa contribuição na permanência da vocação artística da cidade, fazendo jus a sua história e memória, assim como o fortalecimento de uma identidade cultural que se reconhece em suas origens e que lide com as mudanças dos tempos. O Movimento parte da pesquisa, da publicação, da arte e da educação como ferramentas de comunicação e debate, para assim organizar seu público, fazendo-o ativo e proponente, colaborando nas propostas e ações.









